LEADER 04043nam 2200397 450 001 9910724347903321 005 20230703130405.0 035 $a(CKB)5470000002601950 035 $a(NjHacI)995470000002601950 035 $a(EXLCZ)995470000002601950 100 $a20230703d2006 uy 0 101 0 $apor 135 $aur||||||||||| 181 $ctxt$2rdacontent 182 $cc$2rdamedia 183 $acr$2rdacarrier 200 10$aElites e indu?stria no Alentejo (1890-1960) $eum estudo sobre o comportamento econo?mico de grupos de elite em contexto regional no Portugal contempora?neo /$fPaulo Guimara?es 210 1$aE?vora :$cPublicac?o?es do Cidehus,$d2006. 215 $a1 online resource (587 pages) $cillustrations 225 1 $aColecc?a?o Biblioteca Estudos & colo?quios ;$v12 327 $aNota pre?via -- Normas de transcric?a?o e abreviaturas utilizadas -- Introduc?a?o -- Capi?tulo 1. O comportamento estrate?gico das elites eborenses face a? indu?stria (dos finais do se?culo XIX aos princi?pios do se?culo XX) -- Capi?tulo 2. As associac?o?es capitalistas eborenses e o seu papel: actores, a?reas de nego?cio e ritmos de formac?a?o (1889-1960) -- Capi?tulo 3. Tradic?a?o e modernidade na indu?stria alentejana (1922-1950): a grande indu?stria -- Capi?tulo 4. Tradic?a?o e modernidade na indu?stria alentejana (1922-1950): os estabelecimentos de pequena e de me?dia dimensa?o -- Capi?tulo 5. A indu?stria da produc?a?o e distribuic?a?o de electricidade -- Capi?tulo 6. Os industriais e o seu recrutamento -- Capi?tulo 7. O cre?dito, a banca e a actividade seguradora no universo dos nego?cios regionais: alheamento dos interesses industriais? -- Conclusa?o: para a compreensa?o da acc?a?o das elites econo?micas no Alentejo contempora?neo -- Fontes e refere?ncias bibliogra?ficas -- I?ndice de tabelas -- I?ndice de figuras -- I?ndice de mapas -- I?ndice de onoma?stico (Empresas, individualidades, associac?o?es e entidades pu?blicas) -- Ilustrac?o?es. 330 $aEste livra analisa o comportamento econo?mico das elites face a? actividade industrial no Alentejo entre os finais do se?culo XIX e meados do se?culo XX. Apesar de se afirmar, neste pero?odo, a vocac?a?o agra?ria desta regia?o, diferentes actores foram responsa?veis pelo seu desenvolvimento industrial, integrando a economia alentejana no espac?o nacional e mundial. A par das empresas de me?dia e de grande dimensa?o, orientadas para a exportac?a?o de mate?rias-primas ou de produtos semi-preparados para a indu?stria moderna, persiste uma multida?o de oficinas que viviam ancoradas em bens de consumo regional. Na actividade mineira, na explorac?a?o de pedreiras, na indu?stria corticeira, moageira ou te?xtil participaram grupos com diferentes interesses e ligac?o?es ao Alentejo, entre os quais as pro?prias elites agra?rias e comerciais aqui radicadas. O seu papel no desenvolvimento da actividade banca?ria e seguradora e? realc?ado, bem como o comportamento destas instituic?o?es. A grande explorac?a?o agri?cola do sul, extensiva e latifundia?ria, quer pelas mate?rias-primas que fornecia a?s indu?strias, quer pelos seus consumos, estruturou esse tecido e definiu os limites do crescimento industrial. No se?culo XX criaram-se novas oportunidades de nego?cio e, durante o Estado Novo, novos actores aparecem. Os industriais afirmam-se enta?o como um grupo social distinto. 410 0$aColecc?a?o Biblioteca Estudos & colo?quios ;$v12. 517 $aElites e Indústria no Alentejo 606 $aElite (Social sciences) 606 $aAlentejo (Portugal)$xEconomic conditions 615 0$aElite (Social sciences) 615 0$aAlentejo (Portugal)$xEconomic conditions. 676 $a305.52 700 $aGuimara?es$b Paulo$01234506 801 0$bNjHacI 801 1$bNjHacl 906 $aBOOK 912 $a9910724347903321 996 $aElites e indu?stria no Alentejo (1890-1960)$93395889 997 $aUNINA