LEADER 01087cam0 2200289 450 001 E600200014721 005 20201214112926.0 100 $a20051115d1979 |||||ita|0103 ba 101 $aita 102 $aIT 200 1 $aCreatività$eLa sintesi magica$fSilvano Arieti$gedizione italiana a cura di Marco Bacciagaluppi e Maria Bacciagaluppi Mazza 210 $aRoma$cIl Pensiero Scientifico$d1979 215 $aIX, 476 p.$d24 cm. 225 2 $aTemi di neurologia e psicopatologia 410 1$1001LAEC00021637$12001 $a*Temi di neurologia e psicopatologia 700 1$aArieti$b, Silvano$3A600200033760$4070$0159563 702 1$aBacciagaluppi, Marco$3A600200033761$4070 702 1$aBacciagaluppi Mazza, Maria$3A600200033762$4070 801 0$aIT$bUNISOB$c20201214$gRICA 850 $aUNISOB 852 $aUNISOB$j150$m33635 912 $aE600200014721 940 $aM 102 Monografia moderna SBN 941 $aM 957 $a150$b000577$gSi$d33635$racquisto$1pregresso1$2UNISOB$3UNISOB$420051115082729.0$520190605113202.0$6Spinosa 996 $aCreatività$91429662 997 $aUNISOB LEADER 05383nam 2200349 450 001 9910733297003321 005 20230802110534.0 024 7 $a10.36311/2022.978-65-5954-298-7 035 $a(CKB)5680000000313050 035 $a(NjHacI)995680000000313050 035 $a(EXLCZ)995680000000313050 100 $a20230802d2022 uy 0 101 0 $apor 135 $aur||||||||||| 181 $ctxt$2rdacontent 182 $cc$2rdamedia 183 $acr$2rdacarrier 200 00$a100 anos de Florestan Fernandes /$fedited by Marcelo Augusto Totti 210 1$a[Place of publication not identified] :$cEditora Oficina Universita?ria,$d2022. 215 $a1 online resource 311 $a9786559542987 330 $aFlorestan Fernandes completaria 100 anos em 2020. Filho de Maria Fernandes imigrante portuguesa que veio trabalhar nas lavouras brasileiras, conheceu as agruras da vida desde sua infa?ncia, segundo suas pro?prias palavras nunca teria se tornado o socio?logo que se foi, sem sua origem "plebeia" e sua socializac?a?o pre? e extraescolar. Essa aprendizagem sociolo?gica se iniciou aos 6 anos de idade quando precisou ganhar a vida como adulto, trabalhando como engraxate. Mas eu diria que ela e? anterior, sua ma?e desiludida com o trabalho nas lavouras do interior paulista decide se mudar para a capital e passa a trabalhar como dome?stica na casa da fami?lia Bresser. Gra?vida de Florestan, Hermi?nia Bresser de Lima que seria a madrinha de Florestan, de origem abastadas e com ha?bitos requintados recusava a chama?-lo pelo nome de Florestan, nome de origem alema? fruto de um personagem de uma o?pera de Beethoven, na?o era um nome para um filho de uma lavadeira, assim a madrinha "rebatiza-o" chamando-o de Vicente. Florestan vivenciara outra experie?ncia sociolo?gica, que e? o preconceito das elites brasileiras para com o povo brasileiro oriundo das classes subalternas. Tal preconceito, Florestan estudou de forma mais aprofundada em suas pesquisas sobre as relac?o?es raciais e a inserc?a?o do negro na sociedade de classes, identificando as origens histo?ricas e estruturais do racismo no Brasil que remontam a? nossa heranc?a de um passado escravocrata. Enfrentou as dificuldades como grande parte da populac?a?o brasileira, trabalhou como garc?om no bar do Bidu, lia atra?s do balca?o nos momentos de menor movimento, o que despertou o interesse de professores frequentadores do local. O incentivo dos professores que ali frequentavam rendeu frutos, realizou os estudos no antigo curso de madureza e atrave?s de um desses frequentadores desse bar conseguiu um emprego em uma empresa de produtos qui?micos, possibilitando melhores condic?o?es socioecono?micas. As dificuldades para o jovem de origem "plebeia" na?o se resumiriam ai?, o desafio de entrar no ensino superior era algo muito distante. A rece?m-criada Universidade de Sa?o Paulo, pu?blica e gratuita, era uma alternativa. Criada pelas elites e para as elites, a entrada de estudante trabalhador com formac?a?o em curso de madureza contrastava com o tom aristocra?tico e erudito dos professores e dos estudantes da elite paulista. Para sanar o que denominou de um de?ficit cultural empreende uma rotina mona?stica de estudo que inclui?a leituras em bondes, bancos de prac?as e permanecendo ate? o apagar das luzes na biblioteca municipal. A aprovac?a?o no vestibular na?o foi das mais fa?ceis, com uma banca composta por dois professores franceses, com prova oral em france?s de um livro de um socio?logo france?s, parecia uma barreira quase intransponi?vel para o egresso do curso de madureza. Florestan lia em france?s e conhecia bem o livro de Durkheim Da divisa?o do trabalho social e pede para realizar a prova em portugue?s, os arguidores acharam a situac?a?o inusitada, mas acatam o pedido do candidato que e? aprovado (dos 29 concorrentes apenas 6 foram aprovados). Florestan Fernandes na?o foi apenas um sobrevivente, foi um vencedor! Remou contra a mare? em mares turbulentos, enfrentou temas e pesquisas pouco afeitos em sua e?poca na sociologia, imprimiu um modelo de cie?ncia sociolo?gica colocando a sociologia ao lado dos problemas reclamados pela sociedade. Lutou pela escola pu?blica, pela universidade pu?blica, esteve ao lado dos deserdados da terra, militante socialista, seu mandato como deputado funcionava como uma forma de tribuno da plebe: uma voz para aqueles que na?o tem voz. Em uma sociedade como a brasileira marcada por graves problemas estruturais, de desigualdades e?tnicas, raciais e sociais, as ideias e os escritos de Florestan Fernandes sa?o mais que necessa?rios e se mante?m vivos na luta dos trabalhadores, na Escola Nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra que leva seu nome, nas escolas pu?blicas, nas universidades pu?blicas, nos debates e esse livro pretende ser mais uma contribuic?a?o para manter a chama de suas ideias acesa, que iluminam o caminho de um passado obscuro e guiam para um futuro alternativo de utopia e de esperanc?a para a sociedade brasileira. 606 $aSociologists 615 0$aSociologists. 676 $a301 702 $aTotti$b Marcelo Augusto 801 0$bNjHacI 801 1$bNjHacl 906 $aBOOK 912 $a9910733297003321 996 $a100 anos de Florestan Fernandes$93398399 997 $aUNINA LEADER 02675oam 2200709M 450 001 9910715530603321 005 20191121065749.6 035 $a(CKB)5470000002512751 035 $a(OCoLC)1066014078 035 $a(OCoLC)995470000002512751 035 $a(EXLCZ)995470000002512751 100 $a20070221d1834 ua 0 101 0 $aeng 135 $aurcn||||||||| 181 $ctxt$2rdacontent 182 $cc$2rdamedia 183 $acr$2rdacarrier 200 10$aNavigation of the Monongahela River. Letter from the Secretary of War, communicating the report of the engineer employed to make a survey, plan, and estimate, with a view to the improvement of the steamboat navigation of the Monongahela. April 18, 1834. Referred to the Committee on Roads and Canals 210 1$a[Washington, D.C.] :$c[publisher not identified],$d1834. 215 $a1 online resource (16 pages) $ctables 225 1 $aHouse document / 23rd Congress, 1st session. House ;$vno. 351 225 1 $a[United States congressional serial set ] ;$v[serial no. 258] 300 $aBatch processed record: Metadata reviewed, not verified. Some fields updated by batch processes. 300 $aFDLP item number not assigned. 606 $aCanals 606 $aDams 606 $aExcavation 606 $aHydraulic engineering 606 $aHydrographic surveying 606 $aInland water transportation 606 $aLocks (Hydraulic engineering) 606 $aManufacturing industries 606 $aNavigation 606 $aSand bars 606 $aBanks (Oceanography) 606 $aSteamboats 606 $aConstruction 606 $aCost 608 $aLegislative materials.$2lcgft 615 0$aCanals. 615 0$aDams. 615 0$aExcavation. 615 0$aHydraulic engineering. 615 0$aHydrographic surveying. 615 0$aInland water transportation. 615 0$aLocks (Hydraulic engineering) 615 0$aManufacturing industries. 615 0$aNavigation. 615 0$aSand bars. 615 0$aBanks (Oceanography) 615 0$aSteamboats. 615 0$aConstruction. 615 0$aCost. 712 02$aUnited States.$bWar Department. 801 0$bWYU 801 1$bWYU 801 2$bOCLCO 801 2$bOCLCQ 906 $aBOOK 912 $a9910715530603321 996 $aNavigation of the Monongahela River. Letter from the Secretary of War, communicating the report of the engineer employed to make a survey, plan, and estimate, with a view to the improvement of the steamboat navigation of the Monongahela. April 18, 1834. Referred to the Committee on Roads and Canals$93483303 997 $aUNINA LEADER 01016nam0 22002891i 450 001 UON00080788 005 20231205102427.994 010 $a07-13-15131-5 100 $a20020107d1975 |0itac50 ba 101 $aeng 102 $aGB 105 $a|||| ||||| 200 1 $aˆAn ‰atlas of African history$fby J. D. Fage 205 $aRistampa 210 $aLondon$cArnold$d1975 215 $a64 p.$cc. geogr.$d28 cm 606 $aAFRICA$xAtlanti storici$3UONC018388$2FI 620 $aGB$dLondon$3UONL003044 676 $a911$cGeografia storica. Atlanti storici$v21 700 1$aFAGE$bJohn D.$3UONV043996$0142868 712 $aArnold$3UONV247896$4650 801 $aIT$bSOL$c20240220$gRICA 899 $aSIBA - SISTEMA BIBLIOTECARIO DI ATENEO$2UONSI 912 $aUON00080788 950 $aSIBA - SISTEMA BIBLIOTECARIO DI ATENEO$dSI AFR GEN 0376 bis $eSI AA 1879 5 0376 bis 996 $aAtlas of African History$9652257 997 $aUNIOR