LEADER 02048nam 22003973a 450 001 9910153754203321 005 20250204001105.0 024 8 $ahttps://doi.org/10.7476/9788579837425 035 $a(CKB)3880000000044225 035 $a(oapen)https://directory.doabooks.org/handle/20.500.12854/39810 035 $a(ScCtBLL)d1e1265c-4eff-4ff1-af55-3c4e5b7abbbc 035 $a(EXLCZ)993880000000044225 100 $a20250204i20152020 uu 101 0 $apor 135 $aurmn|---annan 181 $ctxt$2rdacontent 182 $cc$2rdamedia 183 $acr$2rdacarrier 200 00$a"Não é só a torcida organizada" : $eo que os torcedores organizados têm a dizer sobre a violência no futebol? /$fMarcelo Fadori Soares Palhares, Gisele Maria Schwartz 210 1$a[s.l.] :$cFundação Editora da UNESP,$d2015. 215 $a1 electronic resource (128 p.) 311 08$a9788579837425 311 08$a8579837421 330 $aEste estudo inves­tigou o que os torcedores organizados teriam a dizer sobre a violência no futebol brasileiro, para depois inter­pretar tais discursos à luz do referencial teórico de Johan Galtung. Visando contribuir com o debate sobre a violência no futebol, nesta abordagem, optamos pelo viés da compreensão em lugar da visão estigmatizante e preconceituosa sobre o tema. Defendemos que reduzir a discussão da vio­lência no futebol meramente à ação das torcidas organizadas frag­menta a análise desse complexo fenômeno e se mostra improdutivo, pois a violência no futebol perpassa a organização, gestão e estrutura do futebol brasileiro, além dos episódios de violência física. 606 $aSports & Recreation / Soccer$2bisacsh 606 $aSports 615 7$aSports & Recreation / Soccer 615 0$aSports. 700 $aSoares Palhares$b Marcelo Fadori$01786463 702 $aSchwartz$b Gisele Maria 801 0$bScCtBLL 801 1$bScCtBLL 906 $aBOOK 912 $a9910153754203321 996 $a"Não é só a torcida organizada"$94318152 997 $aUNINA