00914nam0-22003011i-450-99000502468040332119990530000502468FED01000502468(Aleph)000502468FED0100050246819990530g19259999km-y0itay50------baitay-------001yyThTGtreLa Fontainenouvelle Tdition revue avec soin et accompagnée d'un avant-propos et de notes explicatives par Edmond Pilon et Fernand DauphinN. Td.ParisGarnier Frères1925.XVI, 423 p.19 cmLa Fontaine,Jean de<1621-1695>161751Dauphin,FernandPilon,EdmondITUNINARICAUNIMARCBK990005024680403321YS 25 172Fil.Mod. 145FLFBCFLFBCThTGtre528963UNINA02617nam 2200349z- 450 991034600480332120210211(CKB)4920000000093969(oapen)https://directory.doabooks.org/handle/20.500.12854/49421(oapen)doab49421(EXLCZ)99492000000009396920202102d2016 |y 0porurmn|---annantxtrdacontentcrdamediacrrdacarrierHistória e ficção em Paul Ricoeur e TucídidesCoimbra University Press20161 online resource (640 p.)Outros Títulos972-8386-96-6 Este trabalho, marcado por um grande entusiasmo científico e uma investigação muito séria e rigorosa, sobre a novidade do conceito de narrativa histórica de Paul Ricoeur, tem como eixo central a relação entre narrativa histórica e verdade de facto nas conceções históricas de Tucídides e Ricoeur. A grande questão que alimenta todo este trabalho científico é a seguinte: sendo a poética histórica uma mimese da ação humana, será que ela se reduz, contra as teses do positivismo histórico, a mero artefacto literário? Qual o verdadeiro contributo de Paul Ricoeur para uma mediação entre as duas teses mais célebres sobre o discurso histórico: ciência ideográfica ou nomotética? Se a grande tese de Ricoeur é a de que a história é um discurso que visa sempre, através de um método científico e crítico, a verdade dos factos, embora não possa dispensar a imaginação, como compreender a relação entre história e ficção em Tucídides? São as categorias da mimese I, II e III de Ricoeur que Martinho soares aplica a Tucídides, no sentido de com elas apreender, testar e compreender a dimensão da prefiguração - valorizando a história e a memória, o semeion e o tekmerion -; a da configuração narrativa, que implica uma reflexão sobre ação e tempo humano, condensado na narrativa - o que torna pertinente a aproximação Tucídides/Aristóteles -; e, finalmente, a da refiguração, pela qual ao leitor é feito ver o passado como um "tua res agitur", quiçá, de dimensões trágicas.centenaryCoimbraPaul RicoeurreceptionMartinho Tomé Martins Soaresauth1279022BOOK9910346004803321História e ficção em Paul Ricoeur e Tucídides3020655UNINA