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1. |
Record Nr. |
UNINA9910458378703321 |
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Titolo |
Speaking for Islam [[electronic resource] ] : religious authorities in Muslim societies / / edited by Gudrun Krämer and Sabine Schmidtke |
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Pubbl/distr/stampa |
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Leiden ; ; Boston, : Brill, 2006 |
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ISBN |
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1-281-39708-3 |
9786611397081 |
90-474-0886-1 |
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Descrizione fisica |
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1 online resource (320 p.) |
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Collana |
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Social, economic, and political studies of the Middle East and Asia, , 1385-3376 ; ; v. 100 |
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Altri autori (Persone) |
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KrämerGudrun |
SchmidtkeSabine |
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Disciplina |
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Soggetti |
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Authority - Religious aspects - Islam |
Islamic law - Islamic countries |
Muslim scholars - Islamic countries |
Electronic books. |
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Lingua di pubblicazione |
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Formato |
Materiale a stampa |
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Livello bibliografico |
Monografia |
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Note generali |
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Description based upon print version of record. |
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Nota di bibliografia |
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Includes bibliographical references and index. |
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Nota di contenuto |
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Preliminary Material -- Introduction: Religious Authority and Religious Authorities in Muslim Societies. A Critical Overview / Gudrun Krämer and Sabine Schmidtke -- “This day have I perfected your religion for you”: A Ẓāhirī Conception of Religious Authority / Camilla Adang -- The Epistemology of Excellence: Sunni-Shi'i Dialectics on Legitimate Leadership / Asma Afsaruddin -- The Relationship between Chief Qāḍī and Chief Dāʿī under the Fatimids / Paul E. Walker -- Forms and Functions of ‘Licences To Transmit’ (Ijāzas) in 18th-Century-Iran: ʿAbd Allāh al-Mùsawī al-Jazāʾirī al-Tustarī’s (1112–73/1701–59) Ijāza Kabīra / Sabine Schmidtke -- Asserting Religious Authority in late 19th/early 20th Century Morocco: Mu˙ammad born Jaʿfar al-Kattānī (d. 1927) and his Kitāb Salwat al-Anfās / Bettina Dennerlein -- Consensus and Religious Authority in Modern Islam: The Discourses of the ʿUlamāʾ / Muhammad Qasim Zaman -- Drawing Boundaries: Yūsuf al-Qaraḍāwì on Apostasy / Gudrun Krämer -- A Doctrine in the Making? Velāyat-e faqīh in Post-Revolutionary Iran / Katajun Amirpur -- Religious |
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Authority in Transnational Sufi Networks: Shaykh Nāẓim al-Qubrusī al-Ḥaqqānī al-Naqshbandī / Annabelle Böttcher -- The Modern Dede: Changing Parameters for Religious Authority in Contemporary Turkish Alevism / Markus Dressler -- Index -- Social, Economic and Political Studies of the Middle East and Asia. |
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Sommario/riassunto |
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Who speaks for Islam? To whom do Muslims turn when they look for guidance? To what extent do individual scholars and preachers exert religious authority, and how can it be assessed? The upsurge of Islamism has lent new urgency to these questions, but they have deeper roots and a much longer history, and they certainly should not be considered in the light of present concerns only. The present volume – grown out of an international symposium at the Free University, Berlin in 2002 – is not so much concerned with religious authority , but with religious authorities , men and women claiming, projecting and exerting religious authority within a given context. It addresses issues such as the relationship of knowledge, conduct and charisma, the social functions of the schools of law and theology, and the efforts on the part of governments and rulers to organize religious scholars and to implement state-centred hierarchies. The volume focuses on Middle Eastern Muslim majority societies in the period from the eighteenth to the twentieth centuries, and the individual papers offer case studies elucidating important aspects of the wider phenomenon. Individually and collectively, they highlight the scope and variety of religious authorities in past and present Muslim societies. This book is also available in paperback . |
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2. |
Record Nr. |
UNINA9910733297003321 |
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Titolo |
100 anos de Florestan Fernandes / / edited by Marcelo Augusto Totti |
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Pubbl/distr/stampa |
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[Place of publication not identified] : , : Editora Oficina Universitária, , 2022 |
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Descrizione fisica |
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Disciplina |
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Formato |
Materiale a stampa |
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Livello bibliografico |
Monografia |
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Sommario/riassunto |
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Florestan Fernandes completaria 100 anos em 2020. Filho de Maria Fernandes imigrante portuguesa que veio trabalhar nas lavouras brasileiras, conheceu as agruras da vida desde sua infância, segundo suas próprias palavras nunca teria se tornado o sociólogo que se foi, sem sua origem "plebeia" e sua socialização pré e extraescolar. Essa aprendizagem sociológica se iniciou aos 6 anos de idade quando precisou ganhar a vida como adulto, trabalhando como engraxate. Mas eu diria que ela é anterior, sua mãe desiludida com o trabalho nas lavouras do interior paulista decide se mudar para a capital e passa a trabalhar como doméstica na casa da família Bresser. Grávida de Florestan, Hermínia Bresser de Lima que seria a madrinha de Florestan, de origem abastadas e com hábitos requintados recusava a chamá-lo pelo nome de Florestan, nome de origem alemã fruto de um personagem de uma ópera de Beethoven, não era um nome para um filho de uma lavadeira, assim a madrinha "rebatiza-o" chamando-o de Vicente. Florestan vivenciara outra experiência sociológica, que é o preconceito das elites brasileiras para com o povo brasileiro oriundo das classes subalternas. Tal preconceito, Florestan estudou de forma mais aprofundada em suas pesquisas sobre as relações raciais e a inserção do negro na sociedade de classes, identificando as origens históricas e estruturais do racismo no Brasil que remontam à nossa herança de um passado escravocrata. Enfrentou as dificuldades como grande parte da população brasileira, trabalhou como garçom no bar |
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do Bidu, lia atrás do balcão nos momentos de menor movimento, o que despertou o interesse de professores frequentadores do local. O incentivo dos professores que ali frequentavam rendeu frutos, realizou os estudos no antigo curso de madureza e através de um desses frequentadores desse bar conseguiu um emprego em uma empresa de produtos químicos, possibilitando melhores condições socioeconômicas. As dificuldades para o jovem de origem "plebeia" não se resumiriam aí, o desafio de entrar no ensino superior era algo muito distante. A recém-criada Universidade de São Paulo, pública e gratuita, era uma alternativa. Criada pelas elites e para as elites, a entrada de estudante trabalhador com formação em curso de madureza contrastava com o tom aristocrático e erudito dos professores e dos estudantes da elite paulista. Para sanar o que denominou de um déficit cultural empreende uma rotina monástica de estudo que incluía leituras em bondes, bancos de praças e permanecendo até o apagar das luzes na biblioteca municipal. A aprovação no vestibular não foi das mais fáceis, com uma banca composta por dois professores franceses, com prova oral em francês de um livro de um sociólogo francês, parecia uma barreira quase intransponível para o egresso do curso de madureza. Florestan lia em francês e conhecia bem o livro de Durkheim Da divisão do trabalho social e pede para realizar a prova em português, os arguidores acharam a situação inusitada, mas acatam o pedido do candidato que é aprovado (dos 29 concorrentes apenas 6 foram aprovados). Florestan Fernandes não foi apenas um sobrevivente, foi um vencedor! Remou contra a maré em mares turbulentos, enfrentou temas e pesquisas pouco afeitos em sua época na sociologia, imprimiu um modelo de ciência sociológica colocando a sociologia ao lado dos problemas reclamados pela sociedade. Lutou pela escola pública, pela universidade pública, esteve ao lado dos deserdados da terra, militante socialista, seu mandato como deputado funcionava como uma forma de tribuno da plebe: uma voz para aqueles que não tem voz. Em uma sociedade como a brasileira marcada por graves problemas estruturais, de desigualdades étnicas, raciais e sociais, as ideias e os escritos de Florestan Fernandes são mais que necessários e se mantém vivos na luta dos trabalhadores, na Escola Nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra que leva seu nome, nas escolas públicas, nas universidades públicas, nos debates e esse livro pretende ser mais uma contribuição para manter a chama de suas ideias acesa, que iluminam o caminho de um passado obscuro e guiam para um futuro alternativo de utopia e de esperança para a sociedade brasileira. |
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