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1. |
Record Nr. |
UNINA9910452643603321 |
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Autore |
Sowerby Scott <1973-> |
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Titolo |
Making toleration [[electronic resource] ] : the repealers and the Glorious Revolution / / Scott Sowerby |
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Pubbl/distr/stampa |
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Cambridge, Mass., : Harvard University Press, 2013 |
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ISBN |
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0-674-07593-5 |
0-674-07591-9 |
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Descrizione fisica |
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1 online resource (404 p.) |
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Collana |
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Harvard historical studies ; ; 181 |
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Disciplina |
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Soggetti |
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Religion and politics - Great Britain - History - 17th century |
Religion and state - England - History - 17th century |
Religious tolerance - England - History - 17th century |
Electronic books. |
Great Britain History James II, 1685-1688 |
Great Britain History Revolution of 1688 |
Great Britain Politics and government 1660-1714 |
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Livello bibliografico |
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Note generali |
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Nota di bibliografia |
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Includes bibliographical references and index. |
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Nota di contenuto |
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Frontmatter -- Contents -- Note to Readers -- Introduction -- 1. Forming a Movement -- 2. Writing a New Magna Carta -- 3. Fearing the Unknown -- 4. Taking Sides -- 5. Seizing Control -- 6. Countering a Movement -- 7. Dividing a Nation -- 8. Dancing in a Ditch -- 9. Enacting Toleration -- Appendix: A List of Repealer Publications -- Abbreviations -- Notes -- Manuscripts Consulted -- Acknowledgments -- Index |
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Sommario/riassunto |
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In the reign of James II, minority groups from across the religious spectrum, led by the Quaker William Penn, rallied together under the Catholic King James in an effort to bring religious toleration to England. Known as repealers, these reformers aimed to convince Parliament to repeal laws that penalized worshippers who failed to conform to the doctrines of the Church of England. Although the movement was destroyed by the Glorious Revolution, it profoundly influenced the post-revolutionary settlement, helping to develop the ideals of tolerance that would define the European Enlightenment. Based on a |
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rich array of newly discovered archival sources, Scott Sowerby's groundbreaking history rescues the repealers from undeserved obscurity, telling the forgotten story of men and women who stood up for their beliefs at a formative moment in British history. By restoring the repealer movement to its rightful prominence, Making Toleration also overturns traditional interpretations of King James II's reign and the origins of the Glorious Revolution. Though often depicted as a despot who sought to impose his own Catholic faith on a Protestant people, James is revealed as a man ahead of his time, a king who pressed for religious toleration at the expense of his throne. The Glorious Revolution, Sowerby finds, was not primarily a crisis provoked by political repression. It was, in fact, a conservative counter-revolution against the movement for enlightened reform that James himself encouraged and sustained. |
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2. |
Record Nr. |
UNINA9910733297003321 |
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Titolo |
100 anos de Florestan Fernandes / / edited by Marcelo Augusto Totti |
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Pubbl/distr/stampa |
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[Place of publication not identified] : , : Editora Oficina Universitária, , 2022 |
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Descrizione fisica |
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Livello bibliografico |
Monografia |
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Sommario/riassunto |
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Florestan Fernandes completaria 100 anos em 2020. Filho de Maria Fernandes imigrante portuguesa que veio trabalhar nas lavouras brasileiras, conheceu as agruras da vida desde sua infância, segundo suas próprias palavras nunca teria se tornado o sociólogo que se foi, sem sua origem "plebeia" e sua socialização pré e extraescolar. Essa aprendizagem sociológica se iniciou aos 6 anos de idade quando precisou ganhar a vida como adulto, trabalhando como engraxate. Mas |
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eu diria que ela é anterior, sua mãe desiludida com o trabalho nas lavouras do interior paulista decide se mudar para a capital e passa a trabalhar como doméstica na casa da família Bresser. Grávida de Florestan, Hermínia Bresser de Lima que seria a madrinha de Florestan, de origem abastadas e com hábitos requintados recusava a chamá-lo pelo nome de Florestan, nome de origem alemã fruto de um personagem de uma ópera de Beethoven, não era um nome para um filho de uma lavadeira, assim a madrinha "rebatiza-o" chamando-o de Vicente. Florestan vivenciara outra experiência sociológica, que é o preconceito das elites brasileiras para com o povo brasileiro oriundo das classes subalternas. Tal preconceito, Florestan estudou de forma mais aprofundada em suas pesquisas sobre as relações raciais e a inserção do negro na sociedade de classes, identificando as origens históricas e estruturais do racismo no Brasil que remontam à nossa herança de um passado escravocrata. Enfrentou as dificuldades como grande parte da população brasileira, trabalhou como garçom no bar do Bidu, lia atrás do balcão nos momentos de menor movimento, o que despertou o interesse de professores frequentadores do local. O incentivo dos professores que ali frequentavam rendeu frutos, realizou os estudos no antigo curso de madureza e através de um desses frequentadores desse bar conseguiu um emprego em uma empresa de produtos químicos, possibilitando melhores condições socioeconômicas. As dificuldades para o jovem de origem "plebeia" não se resumiriam aí, o desafio de entrar no ensino superior era algo muito distante. A recém-criada Universidade de São Paulo, pública e gratuita, era uma alternativa. Criada pelas elites e para as elites, a entrada de estudante trabalhador com formação em curso de madureza contrastava com o tom aristocrático e erudito dos professores e dos estudantes da elite paulista. Para sanar o que denominou de um déficit cultural empreende uma rotina monástica de estudo que incluía leituras em bondes, bancos de praças e permanecendo até o apagar das luzes na biblioteca municipal. A aprovação no vestibular não foi das mais fáceis, com uma banca composta por dois professores franceses, com prova oral em francês de um livro de um sociólogo francês, parecia uma barreira quase intransponível para o egresso do curso de madureza. Florestan lia em francês e conhecia bem o livro de Durkheim Da divisão do trabalho social e pede para realizar a prova em português, os arguidores acharam a situação inusitada, mas acatam o pedido do candidato que é aprovado (dos 29 concorrentes apenas 6 foram aprovados). Florestan Fernandes não foi apenas um sobrevivente, foi um vencedor! Remou contra a maré em mares turbulentos, enfrentou temas e pesquisas pouco afeitos em sua época na sociologia, imprimiu um modelo de ciência sociológica colocando a sociologia ao lado dos problemas reclamados pela sociedade. Lutou pela escola pública, pela universidade pública, esteve ao lado dos deserdados da terra, militante socialista, seu mandato como deputado funcionava como uma forma de tribuno da plebe: uma voz para aqueles que não tem voz. Em uma sociedade como a brasileira marcada por graves problemas estruturais, de desigualdades étnicas, raciais e sociais, as ideias e os escritos de Florestan Fernandes são mais que necessários e se mantém vivos na luta dos trabalhadores, na Escola Nacional do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra que leva seu nome, nas escolas públicas, nas universidades públicas, nos debates e esse livro pretende ser mais uma contribuição para manter a chama de suas ideias acesa, que iluminam o caminho de um passado obscuro e guiam para um futuro alternativo de utopia e de esperança para a sociedade brasileira. |
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3. |
Record Nr. |
UNINA9910823758203321 |
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Autore |
Negro Pavón Dalmacio |
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Titolo |
Autoridad, poder y jurisdicción en la monarquía hispánica / / Consuelo Martínez-Sicluna y Sepúlveda (directora) ; autores, Dalmacio Negro Pavón [and fifteen others] |
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Pubbl/distr/stampa |
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Madrid : , : Dykinson, , [2020] |
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©2020 |
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ISBN |
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Descrizione fisica |
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Disciplina |
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Soggetti |
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Power (Social sciences) - Spain - History |
Spain Politics and government 1516-1700 |
Spain Politics and government 18th century |
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Nota di bibliografia |
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Includes bibliographical references. |
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